feliz ano novo! happy new year!
Sunday, December 29, 2013
Wednesday, December 11, 2013
457.
manuel botelho
"viagem triunfal"
7 Dezembro de 2013, às 22h
Old School
na Escola das Gaivotas, Santos
"viagem triunfal"
7 Dezembro de 2013, às 22h
Old School
na Escola das Gaivotas, Santos
Tuesday, December 10, 2013
456.
pedro tudela
"a tiro"
performance realizada na ESBAP, em 1982
no âmbito da exposição colectiva “Quando ‘te vês’ é tudo” e do ciclo de performance "Constroem o vento", com curadoria de José Maia, Ana Carolina Frota, Patrícia do Vale, Rita Breda, Suzana Torres Corrêa.
"Constroem o vento" - Ciclo de performance
Mostra I - 14 de dezembro, 16h
16h00 - Pedro Tudela
16h30 - Hugo Almeida Pinho
16h45 - Horácio Frutuoso
17h00 – António Lago
17h15 - Vera Mota
17h45 - Hugo Almeida Pinho
18h00 - André Fonseca
no Espaço MIRA
Rua Miraflor, 159
4300-334 Porto
Thursday, December 5, 2013
455.
Albuquerque Mendes e Hugo de Almeida Pinho
"Para além do mal. Como uma pintura figurativa"
5 de Dezembro, 22h
a Expedição
Maus Hábitos,
Porto
5 de Dezembro, 22h
a Expedição
Maus Hábitos,
Porto
Tuesday, December 3, 2013
454.
paulo mendes
“a performance como cartografia de um território crítico”
Conferência-performance no espaço MIRA
A relação da fotografia com a pintura, com as imagens em movimento e com a performance na obra do artista Paulo Mendes.
sábado, 7 Dez_16h
Espaço MIRA
rua de Miraflor nº 159, 4300-334, Campanhã, Porto.
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 15:00 à 19:00. Entrada: livre Contacto: contacto@espacomira.net
Telm: 929 145 191
Apoio: Plano Geométrico a.c. e Rielza
Thursday, November 7, 2013
453.
manuel santos maia apresenta a performance "é real e não uma imagem", com joaquim pinto
7 de Novembro, 23h
Maus Hábitos, Porto
entrada gratuita
integrado no projecto artístico "expedição"
dos artista-curadores Carmo Osul, Horácio Frutuoso,
Hugo Soares, Jeremy Pajeanc e Maria Trabulo
Imagem:
Estudo para "é real e não uma imagem"
fotografia de Horácio Frutuoso
Thursday, October 31, 2013
Wednesday, October 30, 2013
Friday, October 25, 2013
449.
pedro diniz reis
japanese rope bondage: guitarras com cordas
com pedro diniz reis e aline campos
acompanhados nas guitarras por pedro gonçalves e tó trips
casa independente
25-10-2013, 23h
japanese rope bondage: guitarras com cordas
com pedro diniz reis e aline campos
acompanhados nas guitarras por pedro gonçalves e tó trips
casa independente
25-10-2013, 23h
Thursday, October 24, 2013
Wednesday, October 23, 2013
447.

pedro tudela
transparente / opaco | transparent / opaque
24 Outubro | 13h00 e 17h00
Duração: aprox. 60 minutos
Local: Nave do CAM
Pedro Tudela (Viseu, 1962) trabalha, desde a década de 80, o registo da performance muitas vezes associado à criação de esculturas sonoras. Em Transparente/Opaco, o artista propõe uma instalação que não se altera visualmente, mas que ao longo do tempo/ação revela uma progressiva e significativa alteração/mutação sonora. Os micro sons, que tanto resultam da manipulação como da indução, vão sendo processados. Sofrem, por isso, alterações que acabam por se revelar como um outro corpo, com um outro tamanho, num outro espaço que se distancia do que visivelmente apreendemos desde o início. A imagem mantém a sua forma mas o som e o espaço alteram o seu aspeto e relação inicial. Será realizado registo de som e imagem durante a performance.
http://www.cam.gulbenkian.pt/index.php?article=71866&visual=2&langId=1
24 October | 1 pm and 5 pm
Duration: approx. 60 minutes
Location: CAM Main Hall
Since the 1980s, Pedro Tudela (Viseu, 1962) has produced a kind of performance that is often linked to the creation of sound sculptures. In “Trasnparente/Opaco” [Transparent/Opaque], the artist offers an installation that remains visually unchanged but whose sounds undergo progressive and significant changes/mutations over time. Micro-sounds, the result of both manipulation and induction, are subjected to processing. As a result of the changes, the sounds end up revealing themselves with a different body, a different size, in a different space that is far from what was visually apprehended at the start. The image maintains its shape, but the sound and the space change both their appearance and the initial relationship to the viewer. A sound and image recording will be made during the performance.
http://www.cam.gulbenkian.pt/index.php?article=71866&visual=2&langId=2
+info:
http://pedrotudela.org
créditos da imagens: 1. fundação calouste gulbenkian; 2 e 3. joão silvério
Friday, October 18, 2013
446.
documentação da performance de alberto pimenta no centro de arte moderna da fundação calouste gulbenkian
imagens de maria joão lopes fernandes
17 Outubro | às 13h00 e às 17h00
Duração: aprox. 60 minutos
Local: Hall do CAM
Alberto Pimenta (Porto, 1937) é um dos autores seminais da história da performance e do happening em Portugal. Fazendo da linguagem e da palavra elementos centrais das suas performances, “tudo nada” é uma reflexão – intervenção sobre o estado do país no princípio do século XXI.
“tudo nada podia chamar-se nada tudo, não alterava nada. por aí já se vê que o autor se modernizou. é uma performance (o autor dantes chamava-lhe acto poético) onde até há palavras escritas, já se vê. também há das outras, que vão e vêm como o ambiente onde decorre o próprio acto. mas não são palavras com exclusividade e respectiva pertença privada, antes se dão como públicas, como água do rio (!) ou os trilhos do comboio (!). já se vê.”
Alberto Pimenta
445.
Ciclo de Performance
Outubro e Novembro de 2013
Programação de performance da exposição Sob o Signo de Amadeo. Um Século de Arte, integrada nas Comemorações dos 30 anos do CAM – Fundação Calouste Gulbenkian.
A 17 de Outubro de 2013 arranca o Ciclo de Performance que, ao ritmo de um artista/apresentação por semana – sempre às quintas-feiras, às 13h00 e às 17h00 – se prolongará até 28 de Novembro, propondo dois meses de programação contínua com artistas nacionais contemporâneos que desenvolvem trabalho no campo da performance.
O ciclo foi na sua génese pensado como um gesto de activação, antes de mais da própria Colecção, criando um espaço de relação e resposta das gerações mais novas de artistas (mas também de públicos) ao legado material e histórico do Museu.
17 Outubro: Alberto Pimenta
24 Outubro: Pedro Tudela
31 Outubro: Ramiro Guerreiro
7 Novembro: Joana Bastos
14 Novembro: Musa paradisiaca
21 Novembro: Martinha Maia
28 Novembro: Isabel Carvalho
Outubro e Novembro de 2013
Programação de performance da exposição Sob o Signo de Amadeo. Um Século de Arte, integrada nas Comemorações dos 30 anos do CAM – Fundação Calouste Gulbenkian.
A 17 de Outubro de 2013 arranca o Ciclo de Performance que, ao ritmo de um artista/apresentação por semana – sempre às quintas-feiras, às 13h00 e às 17h00 – se prolongará até 28 de Novembro, propondo dois meses de programação contínua com artistas nacionais contemporâneos que desenvolvem trabalho no campo da performance.
O ciclo foi na sua génese pensado como um gesto de activação, antes de mais da própria Colecção, criando um espaço de relação e resposta das gerações mais novas de artistas (mas também de públicos) ao legado material e histórico do Museu.
17 Outubro: Alberto Pimenta
24 Outubro: Pedro Tudela
31 Outubro: Ramiro Guerreiro
7 Novembro: Joana Bastos
14 Novembro: Musa paradisiaca
21 Novembro: Martinha Maia
28 Novembro: Isabel Carvalho
444.
hang up
vera mota e pedro augusto a.k.a. ghuna x
18 e 19 de outubro
edifício AXA, Piso 3 ala esquerda
22h30
Hang up é um exercício através do qual podemos observar o modo como o corpo e a presença se transformam, perante a realização de uma acção simples. Assistimos a um momento onde é necessário organizar os movimentos, gerir a força e a intensidade do gesto, na tentativa de cumprir uma tarefa sujeita às interferências do caos e da desordem.
Vera Mota
Nasceu em 1982. Vive e trabalha no Porto.
Licenciada em Artes Plásticas – Escultura, pela Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto, 2005; em 2008 termina o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas (2006/2008). Conclui o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica, pelo Fórum Dança (Porto), em 2006.
Expõe regularmente desde 2004. Destacam-se, entre as exposições mais recentes em 2012, SCHEMA, no Appleton Square, Lisboa, e abcdefghijklmnopqrstuvwxyz, na Galeria Pedro Oliveira, Porto.
No âmbito da performance, apresenta trabalhos com frequência desde 2003, dos quais se destacam: Queda, Evento, Composição Figura, no Appleton Square, Lisboa, e Mosteiro São Bento da Vitória, TNSJ, Porto; Tombo, Maus Hábitos, Porto, 2013; e What is the color when black is burned? (colaboração com Ghuna X), Mosteiro São Bento da Vitória, TNSJ, Porto, 2012.
http://veraamotaa.blogspot.pt/
Pedro Augusto (a.k.a. Ghuna X) trabalha como artista independente na cidade do Porto desde 2003.
Tem desenvolvido actividade regular nas áreas da música eletrónica (performativa), sonoplastia e produção (mistura e masterizaçãoo), sob o alter-ego de Ghuna X. Já trabalhou com artistas e entidades nos mais diversos contextos, revelando uma faceta altamente versátil e sempre experimental. Colaborou com Black Bombaim, Capicua, Ana Deus, Alexandre Soares, Rey, Jonathan Saldanha, etc, em diversos concertos e edições fonográficas. Desenvolveu bandas sonoras originais para peças de teatro com a Marionet (Coimbra) e para curtas metragens de André Gil Mata.
Actualmente trabalha com a performer Vera Mota, num espectáulo que reúne som, dança e texto.
Já se apresentou ao vivo em várias cidades do país, no decorrer de festivais e eventos musicais singulares como, Festival Verão Azul (Lagos), Festival Silêncio, Clubbing, Neopop, Festival Days off Sound, Festival Map/p, Matanças, Festival Manobras, Paredes de Coura (Jazz na Relva), etc.
Realizou em 2011, uma tour com a Associaçãoo Chili Com Carne tendo tocado em cidades como Pancevo (Servia) ou Ljubliana, por exemplo.
Co-fundador do colectivo portuense Faca Monstro e da editora independente e diy Marvellous Tone, pelas quais edita usualmente os seus trabalhos.
Trabalha como monitor da Digitópia (Serviço Educativo da Casa da Música) e faz parte do Digitópia Collective, um ensemble de música electrónica.
www.ghunax.com
vera mota e pedro augusto a.k.a. ghuna x
18 e 19 de outubro
edifício AXA, Piso 3 ala esquerda
22h30
Hang up é um exercício através do qual podemos observar o modo como o corpo e a presença se transformam, perante a realização de uma acção simples. Assistimos a um momento onde é necessário organizar os movimentos, gerir a força e a intensidade do gesto, na tentativa de cumprir uma tarefa sujeita às interferências do caos e da desordem.
Vera Mota
Nasceu em 1982. Vive e trabalha no Porto.
Licenciada em Artes Plásticas – Escultura, pela Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto, 2005; em 2008 termina o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas (2006/2008). Conclui o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica, pelo Fórum Dança (Porto), em 2006.
Expõe regularmente desde 2004. Destacam-se, entre as exposições mais recentes em 2012, SCHEMA, no Appleton Square, Lisboa, e abcdefghijklmnopqrstuvwxyz, na Galeria Pedro Oliveira, Porto.
No âmbito da performance, apresenta trabalhos com frequência desde 2003, dos quais se destacam: Queda, Evento, Composição Figura, no Appleton Square, Lisboa, e Mosteiro São Bento da Vitória, TNSJ, Porto; Tombo, Maus Hábitos, Porto, 2013; e What is the color when black is burned? (colaboração com Ghuna X), Mosteiro São Bento da Vitória, TNSJ, Porto, 2012.
http://veraamotaa.blogspot.pt/
Pedro Augusto (a.k.a. Ghuna X) trabalha como artista independente na cidade do Porto desde 2003.
Tem desenvolvido actividade regular nas áreas da música eletrónica (performativa), sonoplastia e produção (mistura e masterizaçãoo), sob o alter-ego de Ghuna X. Já trabalhou com artistas e entidades nos mais diversos contextos, revelando uma faceta altamente versátil e sempre experimental. Colaborou com Black Bombaim, Capicua, Ana Deus, Alexandre Soares, Rey, Jonathan Saldanha, etc, em diversos concertos e edições fonográficas. Desenvolveu bandas sonoras originais para peças de teatro com a Marionet (Coimbra) e para curtas metragens de André Gil Mata.
Actualmente trabalha com a performer Vera Mota, num espectáulo que reúne som, dança e texto.
Já se apresentou ao vivo em várias cidades do país, no decorrer de festivais e eventos musicais singulares como, Festival Verão Azul (Lagos), Festival Silêncio, Clubbing, Neopop, Festival Days off Sound, Festival Map/p, Matanças, Festival Manobras, Paredes de Coura (Jazz na Relva), etc.
Realizou em 2011, uma tour com a Associaçãoo Chili Com Carne tendo tocado em cidades como Pancevo (Servia) ou Ljubliana, por exemplo.
Co-fundador do colectivo portuense Faca Monstro e da editora independente e diy Marvellous Tone, pelas quais edita usualmente os seus trabalhos.
Trabalha como monitor da Digitópia (Serviço Educativo da Casa da Música) e faz parte do Digitópia Collective, um ensemble de música electrónica.
www.ghunax.com
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