Monday, August 19, 2019
626.
hugo de almeida pinho
nature fictions
performance no dia 21 Agosto, 20h30 e dia 27 Agosto, 20h30
DIDAC-DARDO - Instituto do Deseño e das Artes Contemporáneas, Santiago de Compostela
Performance no âmbito da exposição Terra Rara com curadoria de David Revés
DIDAC - DARDO Instituto do Deseño e das Artes ContemporáneasDe 3º a sexta, 11-14h / 16-20h
Pérez Costanti, 12, bajo 15702 Santiago de Compostela
Hugo de Almeida Pinho apresenta, nesta exposição na Fundacíon DIDAC, o terceiro momento de uma pesquisa em torno das relações estabelecidas entre a tecnologia, o humano e a natureza, através de um gesto de duplo sentido: tanto executando uma pequena arqueologia da tecnologia ao focar-se em certos tipos de minerais naturais que estão na sua base e que, por isso, desencadeiam na contemporaneidade processos sociais, biológicos, económicos e políticos complexos, como também, de forma especulativa e crítica, tenta mapear movimentos ao nível das imagens produzidas pelos dispositivos da técnica e da tecnologia, mas também pelos sistemas de arquivo e exposição, nas suas vertentes relacionais e simbólicas.
Hugo de Almeida Pinho presenta, en esta exposición en la Fundación DIDAC, el tercer momento de una investigación en torno a las relaciones establecidas entre la tecnología, lo humano y la naturaleza. Lo hace a través de un gesto de doble sentido: tanto ejecutando una pequeña arqueología de la tecnología al enfocarse en ciertos tipos de minerales naturales que están en su base y que, por eso, desencadenan en la contemporaneidad procesos sociales, biológicos, económicos y políticos complejos, como también, de forma especulativa y crítica, intentando mapear movimientos al nivel de las imágenes producidas por los dispositivos de la técnica y de la tecnología y por los sistemas de archivo y exposición, en sus vertientes relacionales y simbólicas.
T. +34 881 018 893
info@didac.gal
Wednesday, August 14, 2019
625.
joão pedro vale + nuno alexandre ferreira
those who make the revolution halfway only dig their own graves
5 June 2019, Petite salle - Centre Pompidou, Paris
This reading/performance aims to restore dissident memories of the integration and assimilation process to their rightful place, which according to Luso-descendent and sociologist Albano Cordeiro led to the Portuguese community into becoming ‘an invisible community which wiped its own memory’.
The project takes as its starting point the letter published in the French daily, Le Monde, on 9 January, 2018, by Victor Pereira and Hugo dos Santos, which articulates its opposition to the manipulation of the history and memory of Portuguese immigration. This letter criticized the fact that the Portuguese emigration was being presented as an example of good integration as opposed to the allegedly bad example of immigrants from the Maghreb or the ones recently arrived.
Accordingly, individual stories are explored such as that of Lorette de Jesus Fonseca, a Portuguese immigrant who at the end of the 1960s was a community activist and leader of the protest movement fighting the demolition of the slums of Massy, a suburb south of Paris. The Ducky Boys, a pro-violence multiracial group founded in 1983 by the Portuguese João Cordeiro to combat the xenophobic and racist attacks on immigrant communities committed by skinhead gangs. Mário Cesariny, a Portuguese homosexual writer, who in 1964 was jailed in Fresnes for indecent assault, and also Jerôme Rodrigues, a Luso-descendent and member of the Gilets Jaunes, famous for the rubber bullet which left him blind in one eye during one of the movement’s many operations.”
With the support of the Calouste Gulbenkian Fondation.
vídeo:
https://www.centrepompidou.fr/cpv/ressource.action?param.id=FR_R-89616d228e7e996fb85dbad2d5e9c7e¶m.idSource=FR_E-a16e6e6984249e3822dec6151b837cfb
624.
performances
na inauguração da exposição trabalho capital #ensaios sobre gestos e fragmentos
comissariada por paulo mendes a partir da colecção norlinda e josé lima, no centro de arte oliva, são joão da madeira
antónio olaio, lunch break, 2019
manuel santos maia, alheava_a balalaica, 2019
xavier paes, turnos da morte, 2019
andré alves, o papel da fábrica, 2019
Créditos fotográficos: Paulo Mendes Archive Studio / Pedro Figueiredo
na inauguração da exposição trabalho capital #ensaios sobre gestos e fragmentos
comissariada por paulo mendes a partir da colecção norlinda e josé lima, no centro de arte oliva, são joão da madeira
antónio olaio, lunch break, 2019
manuel santos maia, alheava_a balalaica, 2019
xavier paes, turnos da morte, 2019
andré alves, o papel da fábrica, 2019
Créditos fotográficos: Paulo Mendes Archive Studio / Pedro Figueiredo
623.
ana janeiro
the archive is present
performance ao vivo e projecção | live performance with projection
15/20'
In Reenquadrar o arquivo da Plataforma Archivo
Centro Português de Fotografia
15 de Junho 2019, 15:30
The Archive is Present investiga arquivos fotográficos e desenvolve interpretações dos mesmos através da performance e da fotografia, explorando questões de identidade. Os álbuns de família, pertencentes aos ascendentes maternos e paternos de Ana Janeiro, são representativos de um período histórico de Portugal (1940-75) marcado pelo colonialismo e por uma das mais longas ditaduras da História. O trabalho fotográfico baseia-se na análise das fotografias de ambas as famílias,focando-se especificamente nas duas avós como representativas de exemplos da vida das mulheres neste período histórico. O trabalho apresentado consiste numa performance que narra o processo de análise de um arquivo e da sua interpretação através dessa performance.
Ana Janeiro usa o auto-retrato, a fotografia e a performance na sua pesquisa artística. Actualmente encontra-se a concluir o doutoramento no centro de investigação CREAM na Universidade de Westminster em Londres. Tem o Bacharelato em Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e o Master of Arts em Fotografia do Kent Institute of Art and Design, Reino Unido (actualmente UCA), Reino Unido. Presentemente é docente na Escola Superior de Comunicação Social em Lisboa. Está representada em diversas colecções privadas.
the archive is present
performance ao vivo e projecção | live performance with projection
15/20'
In Reenquadrar o arquivo da Plataforma Archivo
Centro Português de Fotografia
15 de Junho 2019, 15:30
The Archive is Present investiga arquivos fotográficos e desenvolve interpretações dos mesmos através da performance e da fotografia, explorando questões de identidade. Os álbuns de família, pertencentes aos ascendentes maternos e paternos de Ana Janeiro, são representativos de um período histórico de Portugal (1940-75) marcado pelo colonialismo e por uma das mais longas ditaduras da História. O trabalho fotográfico baseia-se na análise das fotografias de ambas as famílias,focando-se especificamente nas duas avós como representativas de exemplos da vida das mulheres neste período histórico. O trabalho apresentado consiste numa performance que narra o processo de análise de um arquivo e da sua interpretação através dessa performance.
Ana Janeiro usa o auto-retrato, a fotografia e a performance na sua pesquisa artística. Actualmente encontra-se a concluir o doutoramento no centro de investigação CREAM na Universidade de Westminster em Londres. Tem o Bacharelato em Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e o Master of Arts em Fotografia do Kent Institute of Art and Design, Reino Unido (actualmente UCA), Reino Unido. Presentemente é docente na Escola Superior de Comunicação Social em Lisboa. Está representada em diversas colecções privadas.
Saturday, August 3, 2019
622.
para mumtazz
de antónio poppe
esta performance aconteceu no âmbito do lançamento de 6 novas edições do Inland Journal — uma publicação independente, criada em 2015 pelos artistas André Cepeda e Eduardo Matos — nos Maus Hábitos, Porto.
de antónio poppe
esta performance aconteceu no âmbito do lançamento de 6 novas edições do Inland Journal — uma publicação independente, criada em 2015 pelos artistas André Cepeda e Eduardo Matos — nos Maus Hábitos, Porto.
Wednesday, June 26, 2019
620.
Mnemonics is a cooperative research project of the artists Susana Mendes Silva and Frans van Lent.
The project started with the suggestion of a curator to contact each other, because of their related points of view. After their first meeting the artists decided to cooperate and that collaboration started with a repetition exercise:
They shared two identical car drives on two successive days. These meetings, as much alike as possible, led the artists to the subject of the construction and deconstruction of personal memories. How do memories lead to a journey and how does a journey lead to memories. The human mind as a fluidly changing field of encounters.
The performative presentation of their project will be in English and will take place at Hangar on Friday June 28, 10 pm.
Rua Damasceno Monteiro, 12
Lisboa, Portugal
links:
http://www.susanamendessilva.com/Project.aspx?ID=58
https://fransvanlent.nl/3926-2/
Saturday, June 15, 2019
619.
pedro neves marques
public reading: sex as care and other viral poems
Gasworks, 15 Jun
4 - 6pm
No booking required
A public reading with Pedro Neves Marques and writer and researcher Filipa Ramos to mark the closing of Pedro's first UK solo exhibition It Bites Back, which explores the trauma of biological warfare against the backdrop of the Zika virus epidemic and the increasingly palpable threat against queer lives in Brazil and elsewhere. The artist will be reading a selection of poems from his upcoming book Sex as Care and Other Viral Poems.
In Neves Marques’ book, polyamorous encounters and the intimacy of queer lives run parallel to the history of modern science. In his words, 'these viral poems were my own, personal way of projecting politics onto nature and culture. I felt the need for intimacy. The reasons were multiple. I could easily answer it with my own emotional exhaustion—and, much more importantly, of those around me when in Brazil - as well as with my own feelings towards gender, fluidity and feminism.'
+info
https://www.gasworks.org.uk/events/public-reading-sex-as-care-and-other-viral-poems-2019-06-15/?fbclid=IwAR2XnRfNh3MmDwl8uggKdYVrDDuJR7hRx1unk_CWRQ-oLld-2jTLSHdTGjE
Gasworks
155 Vauxhall Street
London SE11 5RH
Thursday, June 6, 2019
618.
andré alves
o papel da fábrica
In Trabalho Capital no Centro de Arte Oliva, Portugal
Abril 2019
comissariada por Paulo Mendes
http://www.theandrealves.com/index.php?/works/o-papel-da-fabrica/
Friday, May 31, 2019
617.

performances de nuno da luz + joana da conceição + jonathan uliel saldanha
PONTO DE FUGA
curadoria de joão laia
1 junho, 22h
galeria do torreão nascente da cordoaria nacional
Nuno da Luz
com Ressonância Assistida (2014-19)
Nuno da Luz (1984, Lisboa) mistura gravações de campo “com Ressonância Assistida” por percussão de metal e loops de feedback. Nas palavras da já falecida compositora norte-americana Maryanne Amacher: «Tom do lugar, experienciado, ouvido através da pele, detectado por sensibilidades sem nome, e impressão transportada pela pele, mesmo quando já não no lugar físico em si. Tom à nossa volta e connosco. “Não gosto do teu tom”, “gosto do teu tom”, “gosto do tom deste lugar”.»
Nuno da Luz, artista e publicador cujo trabalho circunscreve tanto o auditivo como o visual, na forma de eventos sonoros, instalações e materiais impressos (estes últimos distribuídos pelo colectivo editorial ATLAS Projectos), tem vindo a desenvolver, a par com exposições individuais e colectivas, a série de performances a vivo com Ressonância Assistida, desde 2014, com passagens por Santander (2019), Lisboa, Madrid (ambas 2018), Ficarra, Paris (ambas 2015), Porto, Nova Iorque e Berlim (todas em 2014).
Joana da Conceição
Singular Dividido (2019)
Nesta leitura a artista lança perante o público três elementos: luz, música e pintura. Esta última, de título, Essência Fantasma, é o único elemento fixado e serve de imagem de fundo ao concerto. A luz percorre freneticamente a pintura na forma de figuras simples, enquanto a música, de composição aberta, percorre o espaço. Uma máquina inventada pela artista para explorar o que sendo singular está dividido.
Joana da Conceição (1981, Rebordões) vive e trabalha em Lisboa. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi distinguida com o Prémio Anteciparte Millenium BCP (2005) e juntamente com André Abel formam a Tropa Macaca, duo de composição electrónica contemporânea.
Das últimas apresentações do seu trabalho destacam-se: O Berço de Vénus, BOCA, Braga, 2019; Guia Interior, Serralves em Festa, Porto, 2018; TODA MATÉRIA [OUTfest, Barreiro | ZDB, Lisboa | Galeria Lehmann+Silva. Porto], 2018; Cores em Silêncio, Galeria Lehmann+Silva, Porto, 2018; Síntese Radiante, Cinema Passos Manuel, Porto, 2017; Corpo que Sabe, Galeria Carlos Carvalho, Lisboa, 2015.
A Tropa Macaca conta com as edições em disco: Caçador do Futuro, LP [ 2018, Dunno (PL)]; Vida LP [2016, TTT (UK)]; Praga de Urubu Só Pega em Cavalo Magro one sided 12’’ [2014, Wasser Bassin (PT)]; Ectoplasma EP [2012, Software (EUA)]; Sensação do Princípio LP [2009, Siltbreeze (EUA)]; Fiteiras Suadas LP [2008, Qbico (IT)]; Marfim LP [2007, Ruby Red (PT)].
Jonathan Uliel Saldanha
HHY(2019)
A partir de uma mesa de mistura Jonathan Saldanha opera a sua cifra HHY, colidindo sons provenientes de zonas diferentes do seu trabalho onde sistemas de percussão, electrónica e voz se reorganizam em espectro e pressão.
Construtor sonoro e cénico, Jonathan Uliel Saldanha opera com o seu trabalho sistemas onde pré-linguagem, cristalização, animismo e eco se deslocam entre o som, luz, espaço e gesto.. Para além de VOCODER & CAMOUFLAGE, instalação apresentada nesta exposição, apresentou ainda em 2019 a peça SCOTOMA CINTILANTE, para coro de cegos e partitura-escultura (Universidade Católica do Porto, Teatro Nacional São Carlos Lisboa) na Bienal BoCa de 2019, e BROKEN FIELD ATLANTIS um concerto com partitura de luz (TMRivoli). Em 2018 apresentou a peça SØMA onde um grupo de adolescente surdos traduzem em gesto as filmagens de um tribunal animista, apresentado na Culturgest Lisboa e no TM Rivoli, Porto.
Membro fundador da plataforma de arte SOOPA, um laboratório visual, performativo e sonoro, com sede no Porto e ativo desde 1999. Cofundador da editora discográfica SILORUMOR. Em 2012, co-organizou o programa SONORES – som/espaço/sinal para a Capital Europeia da Cultura de Guimarães.
Deu concertos nos festivais Sónar, primavera Sound, Amplifest, Out.Fest, Milhões de Festa, Neopop, Elevate e em espaços como Ancienne Belgique em Bruxelas, Berghain Kantine em Berlim, Stubnitz em Hamburgo, Filmer la Musique em Paris e Issue Project Room em Nova Iorque. A sua música está editada na Ångström, Tzadik, Rotorelief, SiloRumor e Wordsound. Tem o filme/ensaio MÁQUINA DA SELVA / MUNDO DE CRISTAL editado pelo Museu de Serralves.
Wednesday, May 15, 2019
616.
lara boticário morais
modus vivendi
17-18 maio 2019 | sexta-sábado | 21h
5€ | 3€ [desconto] | [dur: 40min] | M/16
Modus Vivendi é uma performance centrada em acções que formam uma narrativa absurda, realçando o aspecto repetitivo, ritual, do funcionamento da sociedade. Esse funcionamento, em constante tributo a uma ordem que se confunde com a gestão da aparência, sujeita-se por isso, também constantemente, à sua negação pela realidade. A doença grave, confinante, é uma dessas manifestações que põem em causa a natureza do tecido social e a nossa própria relação com a realidade. Modus Vivendi fala da vida e da morte num universo que banaliza uma e invisibiliza a outra.
5€ | 3€ [desconto] | [dur: 40min] | M/16
Modus Vivendi é uma performance centrada em acções que formam uma narrativa absurda, realçando o aspecto repetitivo, ritual, do funcionamento da sociedade. Esse funcionamento, em constante tributo a uma ordem que se confunde com a gestão da aparência, sujeita-se por isso, também constantemente, à sua negação pela realidade. A doença grave, confinante, é uma dessas manifestações que põem em causa a natureza do tecido social e a nossa própria relação com a realidade. Modus Vivendi fala da vida e da morte num universo que banaliza uma e invisibiliza a outra.
ficha técnica e artística
concepção: Lara Boticário Morais
interpretação: Lara Boticário Morais, Filipa Brito, Maria Inês Brito
direção artística: Lara Boticário Morais e Filipa Brito
figurinos: Lara Boticário Morais e Filipa Brito
produção: Lara Boticário Morais
+ info: ruadasgaivotas6.pt/modus-vivendi
bilheteira
A bilheteira abre 30 minutos antes do início do espetáculo.
(+351) 912 191 940 (aos dias de semana, entre as 14h e as 20h, nos dias de espetáculo até ao início do mesmo) ruadasgaivotas@teatropraga.com
614.
rita gt
museum duty free
arco lisboa'19
solo projects | Stand P06
15.05: 18h / 6pm
15.05. Só Visitas Profissionais | Professional Preview only
http://www.ifema.es/arcolisboapr_01/arcolisboa2019/index.htm
613.
devido a excesso de trabalho não temos estado aqui | due to work overload we were away for a while
[imagem | image pedro diniz reis]
Saturday, August 4, 2018
612.
alice dos reis
anexo D
22 de julho, 18-22h
“Os anexos devem ser identificados por uma letra do alfabeto em caixa alta e logo depois dela, separado por um hífen, deve vir o nome do documento”.
Alice dos Reis (Lisboa, 1995) vive e trabalha em Amesterdão. Em 2018, completou o mestrado em Belas Artes no Instituto Sandberg, em Amesterdão, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
O seu trabalho, maioritariamente em filme, tem sido mostrado em vários museus e plataformas culturais em Portugal e na Europa, entre os quais: MAAT (PT), Centro Cultural de Belém (PT), EYE Filmmuseum (NL), Spektrum - Art Technology Community (DE), Rua das Gaivotas6 (PT), no projecto Old School, Galeria Zé dos Bois (PT) e Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (PT). Em Julho de 2018, Alice apresenta "Pálpembrana" a sua primeira exposição individual na Galeria Boavista, parte das Galerias Municipais de Lisboa.
anexo, um projecto de Marta Espiridião e Ana Cristina Cachola
O anexo é um espaço temporário, programado para funcionar durante alguns meses, com exposições de duração limitada. Estas exposições são em si anexas a outras exposições institucionais ou galerísticas, funcionando como um acrescento, uma possibilidade de mostrar algo que não foi incluído na exposição primeira por qualquer razão, um trabalho antigo ou até uma nova obra. O anexo D será da responsabilidade de Alice dos Reis, cuja primeira exposição individual, “Pálpembrana”, inaugura a 16 de Julho na Galeria da Boavista, com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro.
O anexo surgiu duma conversa informal, de afectos e da orgânica conversacional entre duas pessoas com vários interesses comuns: da fenomenologia feminista a ter um espaço onde passar os Sábados à tarde quando chegasse o bom tempo. É o resultado entre a necessidade de programar e o comedimento com que se programa, surge da vontade de criar espaços onde se possam não só mostrar obras, mas onde se possa ver, conversar, dançar, festejar, conhecer, relacionar.
O anexo é no quintal do pequeno apartamento situado na Rua Actriz Virgínia nº15 r/c direito, na casa da Marta Espiridião.
Subscribe to:
Posts (Atom)






























