Monday, July 5, 2021

643.

albuquerque mendes: corpo de performance 


Museu da Vila Velha, Vila Real
inauguração: 4 de Julho 2021
curadoria: Paula Pinto

Um extenso levantamento e tratamento de documentação audiovisual e literária levou à compilação de 51 cartazes que sumarizam cinco décadas de performance de Albuquerque Mendes. A organização retrospectiva dos diversos materiais permite uma melhor compreensão do contexto social, cultural e político do trabalho de Albuquerque Mendes e a percepção de alguns grupos temáticos em torno dos quais a performance de Albuquerque Mendes se tem vindo a organizar. Esta exposição é um primeiro olhar retrospectivo para esse corpo de performance.




painel histórico 4
A arte é bela tudo é belo
1.000.011º Aniversário da Arte
Círculo de Artes Plásticas, Coimbra
17 de Janeiro 1974
Fotografia © Ernesto de Sousa
Fotografia © Túlia Saldanha



Saturday, June 5, 2021

642.


 

luisa cunha
link actualizado na secção artistas | updated link in the artists section
"Luísa Cunha: Uma Deslocação Inquieta" por Isabel Carlos
In Contemporanea
https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021

Monday, May 3, 2021

640.


 

antónio olaio 

anywhere else

com susana chiocca e érika machado

-quarta-sexta • , 50min

 

 http://ruadasgaivotas6.pt/events/anywhere-else/

639.

 

 

 

 

 

 

 

 

 antónio lago (por manuela matos monteiro)


 

 

onde nasce a liberdade

1º de MAIO no MIRA
PROGRAMA
Espaço MIRA
10h15 - Performance de Daniel Pinheiro, no Espaço MIRA
11h15 – Performance de António Lago, na Rua Miraflor
11h30 - Concerto de João Ricardo
12h00 - Alberto Lopes, no MIRAflora

MIRAflora | RÁDIO MANOBRAS web
com:
_José Oliveira
_Paulo Ansiães Monteiro
_João Brojo e Felícia Teixeira
_Susana Chiocca
_Ana Deus 
Curadoria: José Maia | João Terras

https://www.facebook.com/media/set/?set=oa.283533876774647&type=3

 

 

 

 
 

Tuesday, June 30, 2020

638.


de mim | tradução #1 | tradução #2
de susana mendes silva

Para "As coisas fundadas no silêncio", a artista plástica Susana Mendes Silva, desenvolveu “Como silenciar uma poeta”, um projecto expositivo que tem base na Sala Polivalente do MNAC que inclui duas performances que se debruçam sobre a tradução de um poema de Judith Teixeira para as outras duas línguas oficiais Portuguesas: a Língua Gestual Portuguesa e o Mirandês — "Tradução #1" e "Tradução #2" — e a leitura performativa da conferência "De mim" publicada por Judith Teixeira em 1926.

"Tradução #1" - com Patrícia Carmo

3 de julho, sexta-feira

17:30

Estúdios Victor Córdon

Duração: 2h



No sentido de contrariar a potência destrutiva do silenciamento em "Tradução #1" partiremos da tradução de um poema de Judith Teixeira para Língua Gestual Portuguesa.


Não é necessária qualquer experiência anterior em LGP ou dança.

Deverá chegar pelas 17:30.

É necessário trazer roupa que permita os movimentos e seguir as instruções de participação dos estúdios: https://www.cnb.pt/evcsegurancacovid19/

Participação gratuita para maiores de 18 anos, sujeita a inscrição.

As inscrições podem ser feitas até ao dia 28 de junho enviando nome completo e data de nascimento para o e-mail atelier@efabula.pt

Lotação 11 participantes.



“De mim” - com Marta Rema

3 de julho, sexta-feira

21:30

Rua das Gaivotas 6

Duração: 50 minutos



"DE MIM: Conferência em que se explicam as minhas razões sobre a Vida, sobre a Estética, sobre a Moral", é um manifesto no qual a escritora se defende dos ataques e críticas a que vinha sendo sujeita desde 1923. Como afirma Fabio Mario da Silva, este texto é "acima de tudo (...) um discurso — para além de ter como destinatária a burguesia fútil e a sua concepção retrógrada de arte, defendendo que os artistas não se devem limitar às emergências dos mercados editoriais — de exaltação ao exótico e ao futurismo, que seriam sinónimos, naquela altura, para a sociedade portuguesa, de imorais, doidos e pagãos". Não se sabe se este discurso terá sido alguma vez lido em público e por isso convocamos a sua presença fantasmática.

Participação gratuita para maiores de 18 anos sujeita a inscrição.
As inscrições podem ser feitas até dia 2 de julho para o e-mail atelier@efabula.pt
Lotação de 25 participantes.


"Tradução #2" - com Alda Calvo

4 de julho, sábado
16:00

Rua das Gaivotas 6

Duração: 2h


No sentido de contrariar a potência destrutiva do silenciamento em "Tradução #2" partiremos da tradução de um poema de Judith Teixeira para Mirandês.


Não é necessária qualquer experiência anterior em Mirandês ou em leitura de poesia.

Participação gratuita para maiores de 18 anos sujeita a inscrição.

As inscrições podem ser feitas até dia 2 de julho para o e-mail atelier@efabula.pt.

Lotação 20 participantes.

Sunday, June 21, 2020

.637



open call
RExFORM
envio de candidaturas 19 de junho – 19 de julho

RExFORM – Projeto Internacional de Performance é um novo projeto que nasce da colaboração entre o maat e a BoCA, com o intuito de promover a criação artística contemporânea, acompanhando a evolução do conceito de performance, entendida enquanto prática colaborativa com ramificações que envolvem novos conceitos de teatralidade, coreografia e medialidade. Este novo projeto anual visa apoiar a produção de criações de jovens artistas até aos 35 anos – todos os anos, um júri internacional selecionará o projeto vencedor que beneficiará de financiamento, de um primeiro espaço de apresentação e de promoção nacional e internacional. A primeira edição, em 2020, é exclusivamente dedicada a artistas portugueses.

http://www.bocabienal.org/rexform/

Friday, June 19, 2020

.636

elegia para armando azevedo, “oficial” da arte 
por josé antónio bandeirinha
a ler na Sinal Aberto



Monday, June 15, 2020

.635



in memoriam
armando azevedo (1946-2020)

ARMANDO AZEVEDO (Vila Nova de Famalicão, 1946 – Coimbra, 14 Junho 2020).
Estudante de Direito da Universidade de Coimbra desde 1966, Armando Azevedo abandona o curso em 1970 para começa a frequentar o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. O CAPC funciona como uma “sociedade artística” que não se reduz ao atelier, funcionando antes como verdadeiro laboratório criativo, onde se celebra a permeabilidade entre o espaço de experimentação e o de convívio. Primeiro como sócio, depois como professor (1976) e finalmente como director do CAPC, Armando Azevedo é o único elemento do Grupo Puzzle que aí permanece depois da Revolução de 1974. Com a saída de João Dixo, Albuquerque Mendes e Fernando Pinto Coelho para o Porto, surgiu a vontade de formar um grupo de trabalho independente, de forma a dar continuidade às experiências que se desenvolveram no contexto lúdico do CAPC e que depois de 1974 podiam extravasar para fora da escola. Entre 1973 e Dezembro de 1975 Armando Azevedo divide a actividade artística com o serviço militar. A sua saída do exército, em Dezembro de 1975, acelera a formação e definição do trabalho colectivo. Individual e colectivamente, interessou-lhe o ambiente experimental do espaço e do tempo, transformando-os em eventos e environments. Salienta-se no seu trabalho a anulação das fronteiras entre a forma e o conteúdo, entre os objectos impressos e o meio ambiente, entre os objectos quotidianos e os objectos de arte. No CAPC a sua primeira exposição individual apresenta Embalagens Brancas numa Embalagem Negra (1972). A estas monocromias seguem-se as entrópicas colagens das Cadeiras e Bancos (1976). Pornografia, política, religião, cinema, são temáticas que tratadas de uma forma livre, se definem num estado de desordem. A proliferação e sobreposição de imagens que passam a ocupar quotidianamente os media e o espaço urbano contaminam aos seus objectos artísticos. A silhueta de Armando Azevedo aparece colada nas paredes de Coimbra, num jogo de figura-fundo onde apropria a informação publicitária ao mesmo tempo que se deixa passivamente identificar por ela. Cartaz que nos conduz a Recordações (1977), exposição onde colecciona memórias vividas no presente. Estas recolhas e/ou apropriações terão um eco importante na performance do Grupo Puzzle. Colectivamente, organiza Nossa Coimbra Deles (1972), Prenda para Josefa de Óbidos (1972), 1.000.011º Aniversário da Arte (1974), Semana de Arte da (na) Rua (1976), entre outros projectos. Foram seus professores, no CAPC, João Dixo, Ângelo de Sousa e Alberto Carneiro. Ernesto de Sousa também organizou eventos no CAPC e convida os seus elementos para a exposição Alternativa Zero (1977). Em 1977 e na sequência do trabalho O Todo e as Partes (1977) preparado para a Alternativa Zero, Armando Azevedo funda com outros elementos do CAPC o Grupo de Intervenção do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra ou Grupo Cores (pertencem a este Grupo: São Pestana, Rui Órfão, Túlia Saldanha, António Barros e Teresa Loff). Pertence ao Grupo Puzzle desde a sua génese em 1976 até à ultima exposição em 1981. Não tendo uma formação artística académica, o trabalho colectivo que manteve com o Grupo Puzzle foi porventura o alicerce da sua obra individual que não mais deixou de desenvolver. Na obra do Puzzle, começa por utilizar as colagens que tornam a sua participação inconfundível, mas é também para algumas das pinturas do Grupo que pinta pela primeira vez. Entende o trabalho individual e colectivo como complementares. Participa individualmente em quase todas as exposições e eventos onde o Grupo Puzzle intervém. É talvez o elemento do Puzzle que mais acreditou no valor do trabalho colectivo, tal como o defendia o grupo e por isso mesmo, a sua voz salienta-se, nos poucos registos escritos que o Grupo Puzzle assinou.

Paula Parente Pinto


Wednesday, May 6, 2020

634.





in memoriam (1937-2020)
egídio álvaro deixou-nos no dia 3 de maio | egídio álvaro left us on the 3rd of may
o crítico e curador foi um dos mais importantes divulgadores da performance feita em portugal | the critic and curator was one of the most important promoters of performance art from portugal


to read
crossing the desert
p. 31- 35
http://performancemagazine.co.uk/wp-content/uploads/2017/03/Performance-Magazine-49-Sept-Oct-1987.pdf?fbclid=IwAR0U9n1GrthYU5Ozecayap50hf2_8EYyF1LfzmER0Y-PuXKj1aiZlUYmUE4

Wednesday, September 25, 2019

631.



hoje,
dia 25 às 22h
2ª mostra de performances do ciclo Acesso de Vertigens
com
antónio poppe, francisco babo, leonor figueiredo, margarida correia, xavier paes & magníficos avatares

nos Maus Hábitos, Porto

Friday, September 13, 2019

630.


performance-conversa com | performance-talk with antónio poppe
curadoria de | curated by susana chiocca
acesso de vertigem #2

13.09 — 19h maus hábitos
entrada livre | free entrance

António Poppe é o artista convidado desta edição para participar da residência artística na qual irá desenvolver o seu trabalho. Durante o processo de criação, no dia 14 de setembro, haverá uma performance-conversa a ser realizada, em que será possível conhecer o seu corpo de trabalho. Este será um momento importante de exploração, reflexão e conhecimento do seu percurso, possibilitando uma perspectiva mais ampla em diálogo com o público. Poppe cria entre a palavra, o desenho, a colagem e a meditação. A poesia sempre manifesta pelo pensamento aberto ao que vem, à performatividade, na sua lavrameditação. Concretiza-se também através do canto, da declamação num cruzamento instintivo de outras culturas e civilizações, que nos transportam a outros tempos e lugares.

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António Poppe is the guest artist of this edition to participate in the artistic residency in which he will develop his work. During the process of creation, on September 14th, there will be held a performance/talk, in which it will be possible to get to know his body of work. This will be an important moment of exploration, reflection and knowledge of its path, enabling a broader perspective in dialogue with the public. Poppe creates between the word, the drawing, the collage and the meditation. Poetry always manifests by thinking openly to what comes, to performativity in its lavrameditation. It's also concretized through singing, declamation in an instinctive crossing of other cultures and civilizations, which transport us to other times and places.
 

António Poppe (1968, Lisboa).
Artista visual, poeta, performer, vive e trabalha em Lisboa. Estudou no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual), no Royal College of Arts em Londres e na School of the Art Institute of Chicago como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento onde realizou um Mestrado em Arte Performativa e Cinema. Tem trabalho híbrido de poesia e artes visuais editado pela Assírio & Alvim ("Torre de Juan Abad", 2001), Documenta ("Livro da Luz", 2012) e Douda Correria ("medicin." em 2015 e "come coral" em 2017). Já atuou e/ou expôs em espaços como o Museu de Serralves, Galeria ZDB, Galeria 111, Culturgest, Fundação Carmona e Costa, entre outros. Em 2015 participou em "Oracular Spectacular - Desenho e Animismo", no Centro de Artes José de Guimarães (CIAJG); em 2017 expôs "Watercourse" na Galeria 111, com Joana Fervença, e participou em "Encontros para Além da História", sob o tema "As Magias" (CIAJG). No ano seguinte colaborou com Mumtazz na 6ª edição dos "Encontros para Além da História", desta feita sob o tema "O Nascimento da Arte" (d'après Georges Bataille), também no CIAJG; colaborou com "musa paradisiaca" em "Collaboration", curadoria de Filipa Oliveira no Quetzal Art Centre em Jachthuis Schijf, Holanda; e desenvolveu uma residência artística e seminário na Porta 33, na ilha da Madeira, enquadrado no ciclo "Mais importante do que desenhar é afiar o lápis", com curadoria de Nuno Faria. Em 2019, participou numa exposição na galeria ZDB, em Lisboa.


António Poppe (1968, Lisbon).
Visual artist, poet, performer, lives and works in Lisbon. Studied at Ar.Co (Center for Art and Visual Communication), the Royal College of Arts in London and the School of the Art Institute of Chicago as a fellow of the Calouste Gulbenkian Foundation and the Luso American Development Foundation where he completed a master of Performing Art and Cinema. He has hybrid work of poetry and visual arts edited by Assyrio & Alvim ("Torre de Juan Abad", 2001), Documenta ("Livro da Luz", 2012) and Douda Correria ("medicin." in 2015 and "com coral" in 2017). He has performed and/or exhibited in spaces such as the Serralves Museum, Galeria ZDB, Galeria 111, Culturgest, Fundação Carmona e Costa, among others. In 2015 he participated in "Oracular Spectacular - Drawing and Animism", at the José de Guimarães Art Center (CIAJG); In 2017 exhibited "Watercourse" at Galeria 111, with Joana Fervença, and participated in "Encontros para Além da História", under the theme "The Magic" (CIAJG). In following year he collaborated with Mumtazz on the 6th edition of "Encontros para Além da História", this time under the theme "The Birth of Art" (d'après Georges Bataille), also at CIAJG; collaborated with "musa paradisiaca" in "Collaboration", curated by Filipa Oliveira at the Quetzal Art Center in Jachthuis Schijf, The Netherlands; and developed an artistic residency and seminar at Porta 33, on the island of Madeira, framed in the cycle "Mais importante do que desenhar é afiar o lápis", curated by Nuno Faria. In 2019, Poppe participated in an exhibition at the ZDB gallery in Lisbon.

Wednesday, September 11, 2019

629.


performances
sábado, 14 de setembro de 2019, às 17h
na exposição "A oficina de pintura encarregar-se-á das partes pintadas do cenário" na Galeria Quadrum
 
Silêncio, ruído estrépito, leitura coletiva, cantar, tossir, batidas ou pancadas, exclamações, aplausos, vaias, assobios, pessoas saindo, lançando objetos, pessoas subindo ao palco
de Mariana Silva
por Joana Manuel

Visita guiada ou A incoerência do artista
de Sofia Gonçalves
por André e. Teodósio e Patrícia da Silva


A oficina de pintura encarregar-se-á das partes pintadas do cenário
Artistas Plásticos entram em cena no São Luiz Teatro Municipal


Objetos, performances, documentação e material gráfico relativo a colaborações de artistas plásticos com companhias e espetáculos que estiveram em cena no São Luiz, neste século XXI. O título é uma frase de outrora, redundante mas ainda assim curiosa, encontrada no meio de um programa antigo. Esta frase serve aqui para questionar a posição nestas últimas décadas da criação plástica (muitas vezes solitária) dentro do contexto das artes performativas (quase sempre de autoria partilhada). Onde se encontra a colaboração? Como se desenvolveu? O cenário ainda se “pinta”?

Curadoria: Susana Pomba
Galeria Quadrum até dia 24 de Novembro