Tuesday, September 13, 2016

573.


o museu como performance 2016
de 17 SET 2016 a 18 SET 2016
Cally Spooner, Gustavo Ciríaco, Jassem Hindi, Keith Hennessy & Eoghan Ryan, Mel O’Callaghan, Pedro Lopes, Quarto (Anna Mesquita e Leandro Zappala), Ramiro Guerreiro,  Sally Golding, Spatial

A segunda edição de "O Museu como Performance”, um eixo de programação do Museu de Arte Contemporânea de Serralves que sublinha a crescente importância da performance na arte contemporânea, apresenta no Museu e Parque de Serralves, durante dois dias, dez performances de artistas de várias partes do mundo (Canadá, Brasil, Austrália, Arábia Saudita, Reino Unido, Portugal), ligados a disciplinas artísticas tão diversas como as artes visuais, o cinema, a dança, a música e o teatro, que apontam para novas direcções no campo da performance. 

Os trabalhos que integram a edição deste fim de semana dedicado à performance revelam exemplarmente a sua vitalidade e diversidade. Contemplam projectos relacionados com a encenação teatral (Gustavo Ciríaco), ambientes performativos estranhos e provocatórios (Jassem Hindi & Keith Hennessy & Eoghan Ryan), abordagens físicas duracionais (Quarto), conferências-performance (Ramiro Guerreiro), explorações musicais (Pedro Lopes), acções inquietantes no Parque de Serralves (Mel O’Callaghan), cinema expandido (Sally Golding +Spatial) e até interpretações de canto lírico (Cally Spooner). 

Activando diversos espaços do Museu e do Parque, em diálogo com a arquitectura e o seu contexto natural envolvente, estes projetos convidam-nos a reflectir sobre a relevância e o alcance das actuais acepções de corpo, gesto, som e palavra.  

Acesso: Bilhete do Museu


Imagem: Quarto (Leandro Zappala & Anna Mesquita). [Corda Duracional], 2014. Fotografia: cortesia dos artistas.

572.
















o declive e a inclinação
joão ferro martins+alexandre pieroni calado

mala voadora, Porto
22h 24.09.16
18h 25.09.16

+info

571.


hande kader
de antónio lago & susana chiocca

17 setembro,
16h30 às 18h
no museu nacional soares dos reis
entrada livre


"Com base na pesquisa para a construção deste projecto, deparámo-nos com três pinturas que se relacionam de alguma forma com as temáticas do nosso trabalho: Mártir Cristão de Joaquim Vitorino Ribeiro (1879), Céfalo e Prócris de Marques de Oliveira (1879) e Jezabel devorada pelos cães por ordem de Jehu de Aurélia de Sousa (1911).
Dado os últimos acontecimentos ocorridos em Istambul com o massacre de Hande Kader, resolvemos homenageá-la nesta instalação sonora e performativa na qual apresentamos o martírio, a morte e o desejo."

back | regresso

voltámos depois de uma breve paragem
we are back after a small break


Tuesday, May 17, 2016

570.



sombras
beatriz albuquerque + albuquerque mendes
19h
coliseu
porto

Friday, May 13, 2016

569.


o mapa também faz o caminho

estudos críticos de dança e performance
por mariana viterbo brandão
com a participação de filipa francisco, francisco camacho, miguel pereira e sílvia real

No âmbito da criação de Espiões, com direcção da coreógrafa Filipa Francisco, Mariana Viterbo Brandão conduzirá um workshop teórico-prático onde se pretende problematizar e sistematizar algumas questões associadas aos conceitos e histórias da Dança e da Performance. Contando com a participação da equipa artística do projecto, Filipa Francisco, Francisco Camacho, Miguel Pereira e Sílvia Real, o workshop abre-se ao público interessado, não sendo obrigatório formação prévia nesta áreas.
O programa estrutura-se em torno de um conjunto de tópicos por sessão (Arte e Poder, Ballets que não são dança, Poesia, e, Jogo e Tarefa), mas tomará o caminho que a participação e encontro dos inscritos desenhar.
Inscrição prévia obrigatória, sujeita à lotação e a confirmação. 2 inscrições gratuitas, mediante pedido expresso.
Horário: 6, 13, 20 e 27 Junho (Segundas) > 18h00 – 21h00 Local: Teatro da Voz -Travessa de São Vicente, 11, 1100-575 Lisboa Público-alvo: Aberto a todos os interessados Valor: 4 sessões 60€ Descontos: 20% para os sócios e alunos da Voz do Operário Inscrições: omapatambemfazocaminho@gmail.com


http://www.materiaisdiversos.com/index.php/mariana-brandao-o-mapa-tambem-faz-o-caminho-oficina

Tuesday, March 15, 2016

568.


gustavo sumpta
o melhor mundo possível 

performance: 19 de Março às 19h00















a montra
Calçada da Estrela, 128-A
1200-666 Lisboa
(ao lado do Jardim da Estrela)
 http://o-armario.a-montra.com/

Thursday, March 3, 2016

567.



(english version bellow)
A SALA
Ao Monte 3
Ciclo de Performances e Exposição por António Lago e Susana Chiocca

PROGRAMA
· Sábabo 5.03 - 22h Inauguração e Apresentação de Performances de António Lago, António Olaio e Paulo Mendes
· Sáb. 12.03 - 22h Apresentação de Performances de Ana Deus, Ana Ulisses, André Fonseca, António Melo e Ramiro Guerreiro
· Sáb. 19.03 - 22h Apresentação de Performances de António Lago, Alexandre Osório, Cristina Mateus, Pedro Tudela, Susana Chiocca
· Qua. 23.03 - 22h Conversa c/ os artistas e Finissage
· 5 a 23.03 Exposição. Horário: 3ª a 6ª das 12h às 22h.

A SALA foi um espaço dedicado à performance que surgiu da necessidade de experimentar e criar, no qual, de 2006 a 2010, António Lago e Susana Chiocca receberam na sala do seu apartamento apresentações mensais. Agora, desafiados pelo projeto de residências Ao Monte, deslocam-se ao Maus Hábitos e organizam, ao longo de 3 sábados, um Ciclo de 13 Performances intercalado com uma exposição, apresentando novos projetos performativos dos artistas Alexandre Osório, Ana Deus, Ana Ulisses, André Fonseca, António Lago, António Melo, António Olaio, Cristina Mateus, Paulo Mendes, Pedro Tudela, Ramiro Guerreiro e Susana Chiocca.

A SALA é o 3º colectivo convidado a integrar as residências Ao Monte, um projeto de João Brojo e Felícia Teixeira, coordenado por Carmo Osul, que consiste na realização de 7 livros de artista por grupos de artistas que marcaram e continuam a marcar o Porto nas últimas décadas. O próximo coletivo convidado é O Senhorio.

+ info
sacoazul.maushabitos.com
aomonte.maushabitos.com
asalanabaixa.blogspot.pt

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A SALA
Ao Monte 3
Performance Series & Exhibition by António Lago e Susana Chiocca

PROGRAM
· Saturday 5.03 - 10pm Opening & Performances by António Lago, António Olaio and Paulo Mendes
· Sat. 12.03 - 10pm Performances Presentation
· Sat. 19.03 - 10pm Performances Presentation
· Wed. 23.03 - 10pm Artist Talk & Finissage
· 5 to 23.03 Exhibition.
Open Tue to Fri from 12h - 18h

A SALA (The Living Room) was a space dedicated to performance that arose from the need to experiment and create, in which, from 2006 to 2010, António Lago and Susana Chiocca held monthly presentations in the living room of their apartment. Now, challenged by the residency project Ao Monte, they travel to Maus Hábitos and present over the course of 3 Saturdays a Series of 13 Performances intercalated with an Exhibition, presenting new performative projects of artists Alexandre Osório, Ana Deus, Ana Ulisses, André Fonseca, António Lago, António Melo, António Olaio, Cristina Mateus, Paulo Mendes, Pedro Tudela, Ramiro Guerreiro and Susana Chiocca.

A SALA is the 3rd collective invited to join the residences Ao Monte, a project of João Brojo and Felícia Teixeira, coordinated by Carmo Osul, that consists of making 7 artist’s books by groups of artist that have marked and still mark Oporto in the last decade.

+ info
sacoazul.maushabitos.com
aomonte.maushabitos.com
asalanabaixa.blogspot.pt

Friday, February 26, 2016

566.


ângela ferreira

pau a pique
com a participação especial de selma uamusse 



OLD SCHOOL #41
*SEXTA*, 26 de Fevereiro de 2016, 22h
na Escola das Gaivotas (Rua das Gaivotas 6 ao Poço dos Negros)

Agradecimentos: 

Sérgio Hydalgo, Vera Marmelo, Alexandra Baudouin, Bárbara Bulhão, Julia Rebouças, Rodrigo Faria Tavares, Toni Fortuna, Augusto Macedo e Selma Uamusse







Friday, February 19, 2016

566.


chamada para comunicações:
simpósio performance arte portuguesa

O Simpósio Performance arte portuguesa procura congregar numa mesma plataforma de discussão os recentes estudos e investigações que têm vindo a ser produzidos de forma dispersa sobre performance arte portuguesa. Este género, que tem sido sistematicamente esquecido pela história da arte portuguesa, caracterizando-se pelo que Ernesto de Sousa denominou de uma “História-sem história” das vanguardas em Portugal, tem um papel nuclear na discussão de temáticas fundamentais da performatividade social das/os portugueses, como sejam, as questões da revolução (e da ditadura), ou mais recentemente, a sua memória e pós-memória. Para este simpósio existem duas chamadas de trabalhos – as primeiras dirigidas a apresentações de casos de estudo, as segundas para comunicações teóricas.
Neste contexto, as propostas de comunicação devem abordar os seguintes tópicos, ainda que não sejam limitadas por eles:
– História da performance arte portuguesa: casos de estudo
– A “ausência” da performance arte na história de arte portuguesa
– Contextos de criação e produção da performance arte portuguesa
– Contextos de distribuição e internacionalização da performance arte portuguesa
– Influências entre os panoramas nacional e internacional da Performance arte
-Continuidades e rupturas na História da performance arte portuguesa
– Novos géneros da performance arte em Portugal
– Métodos para o estudo e historicização de performance
– Arquivos e preservação de performance: casos de estudo
– Registo e documentação de performance arte
– Preservação e apresentação de performance arte
– Memória e Transmissão de performance: casos de estudo
– Performance arte portuguesa: memória e pós-memória (Estado Novo; Guerra Colonial/Retorno; Revolução)
– Representações sobre a portugalidade em performance arte

As propostas deverão ser estruturadas para uma comunicação de 20 minutos, contendo no máximo 300 palavras. Devem, também, ser acompanhadas por uma curta biografia da/o(s) autor/a(es) (max. 100 palavras), que deve incluir a sua afiliação e informações de contacto. As propostas devem ser enviadas para pa.portuguesa2016@gmail.com até 15 de Março de 2016.
Os resultados serão enviados às/aos autoras/es até ao dia 15 de Abril de 2016.
Estes/as são convidados a apresentar um artigo original e não publicado anteriormente de 5000 palavras, em língua inglesa, para publicação (a enviar até 31 de Julho de 2016 e sujeito a um processo de revisão por pares).

Apesar de não poderem proporcionar ajudas de custo aos participantes, há isenção de taxas de inscrição na conferência.

Thursday, February 11, 2016

565.


albuquerque mendes
cansaço

Performance: sábado 13 Fevereiro 17h - CAAA Guimarães
Colaboração: Max Oliveira
Encerramento da exposição "Nunca fiz uma exposição de desenhos"

A MARGEM DO ERRO
Qualquer abordagem artística é geralmente solitária, mas a sua perceção requer distanciamento e partilha pública. O ofício é interrompido pela exposição da obra. É nesse distanciamento que a obra se torna vulnerável. Por isso grande parte do que é pensado e produzido pelos artistas não chega ao domínio público. A omissão tem assim uma função protetora; mas a ocupação e o investimento numa prática artística repetida que se mantém conscientemente fechada revela a sua alienação face ao sistema sociocultural em que se enquadra. Se a “Obra de Arte” tem por definição um lugar próprio (o museu), um valor económico que a caracteriza e uma expectativa a cumprir, esses não deixam de ser valores que lhe deveriam ser estranhos.

A quebra da expectativa do observador face à obra levou Honoré de Balzac a escrever a célebre narrativa “Le Chef-d’oeuvre inconnu” (1831), a história da pintura La Belle Noiseuse, em que o pintor Frenhofer trabalha durante mais de dez anos, para a destruir depois de se aperceber da deceção causada pela mesma aos seus discípulos, Poussin e Porbus. A história tem sido reinterpretada por várias figuras, atravessando mundos da ficção para estabelecer paralelismos com o real e mantendo-se como uma imagem da inquietação de qualquer artista. Albuquerque Mendes desenha em cadernos para evitar o julgamento crítico, a começar pelo seu próprio, que levaria à armadilha fatal da sua consecutiva destruição. Como forma de proteção, Albuquerque não os expõe e desta forma consegue igualmente mantê-los consigo.


Paula Pinto

Tuesday, February 9, 2016

564.


textos de artistas
performances de susana chiocca e flávio rodrigues


Os artistas falam sobre arte. Com o texto, com a boca, com as mãos, com os olhos, com o corpo. Uma conferência pode afinal também ser isto.

"Europa",
susana chiocca 
"Barreira", flávio rodrigues

 
10 de fevereiro de 2016

A acção inicia-se às 15h no átrio de entrada da FBAUP.

Monday, February 8, 2016

563.

taller de susana chiocca
en la facultad de bellas artes de cuenca
9 de febrero

a partir de las 16h45



Saturday, December 5, 2015

562.



antónio olaio
haunted china 
5 de dezembro, 19h:45




video

O ARMÁRIO
Calçada da Estrela 128-A
1200-666 Lisboa
mail@a-montra.com

Tuesday, December 1, 2015

561.



von calhau!
3 décembre à 19h au palais de tokyo
www.palaisdetokyo.com

Ils mettent en scène et représentent leurs spectacles. Ils dessinent. Ils créent des ambiances. Ils jouent avec les mots. Ils tournent des séquences psychédéliques au vague parfum rétro. Ils ne sont ni peintres, ni sculpteurs, ni musiciens, ni poètes, ni cinéastes. Le duo Von Calhau ! est entre. Entre les disciplines qui ne sont pour eux que de purs instruments servant à concevoir une cosmogonie esthétique sans barrières et ouverte à l’expérimentation la plus radicale. Ces artistes plongent les mains dans un magma créatif qui se dilue de projets commencés en un moment donné et poursuivis parfois pendant plusieurs années. C’est sur les franges définies par l’humour et par l’absurde que nombre de leurs actions se déroulent, en un questionnement vital des limites toujours de mise dans ce que l’on appelle le système des arts.

Von Calhau ! est le nom qui désigne les projets sonores et visuels du duo portugais Marta Ângela et João Alves, préparés conjointement depuis 2006. Leurs présentations incluent la performance, des concerts, des projections de films, des expositions, des programmes pour la radio, des ateliers et des lectures. Ils ont présenté leur travail au Portugal et en Europe dans divers lieux tels le Musée de Serralves (Porto, Portugal), MUSAC (León, Espagne) ou encore Mackintosh Museum (Glasgow, Ecosse) et ont participé dans divers festivals dont Netmage (Bologne, Italie), Kraak (Berlin, Allemagne) ou Les Urbaines (Lausanne, Suisse).

Dans le cadre de l’exposition Au sud d’aujourd’hui. Art contemporain portugais [sans le Portugal], jusqu’au 13 décembre à la Fondation Calouste Gulbenkian – Délégation en France.