Wednesday, June 26, 2019

620.



Mnemonics is a cooperative research project of the artists Susana Mendes Silva and Frans van Lent.
The project started with the suggestion of a curator to contact each other, because of their related points of view. After their first meeting the artists decided to cooperate and that collaboration started with a repetition exercise:
They shared two identical car drives on two successive days. These meetings, as much alike as possible, led the artists to the subject of the construction and deconstruction of personal memories. How do memories lead to a journey and how does a journey lead to memories. The human mind as a fluidly changing field of encounters.
The performative presentation of their project will be in English and will take place at Hangar on Friday June 28, 10 pm.

Rua Damasceno Monteiro, 12
Lisboa, Portugal

Saturday, June 15, 2019

619.


pedro neves marques
public reading: sex as care and other viral poems

Gasworks, 15 Jun
4 - 6pm
No booking required

A public reading with Pedro Neves Marques and writer and researcher Filipa Ramos to mark the closing of Pedro's first UK solo exhibition It Bites Back, which explores the trauma of biological warfare against the backdrop of the Zika virus epidemic and the increasingly palpable threat against queer lives in Brazil and elsewhere. The artist will be reading a selection of poems from his upcoming book Sex as Care and Other Viral Poems.
In Neves Marques’ book, polyamorous encounters and the intimacy of queer lives run parallel to the history of modern science. In his words, 'these viral poems were my own, personal way of projecting politics onto nature and culture. I felt the need for intimacy. The reasons were multiple. I could easily answer it with my own emotional exhaustion—and, much more importantly, of those around me when in Brazil - as well as with my own feelings towards gender, fluidity and feminism.'


+info
https://www.gasworks.org.uk/events/public-reading-sex-as-care-and-other-viral-poems-2019-06-15/?fbclid=IwAR2XnRfNh3MmDwl8uggKdYVrDDuJR7hRx1unk_CWRQ-oLld-2jTLSHdTGjE

Gasworks
155 Vauxhall Street
London SE11 5RH

Thursday, June 6, 2019

618.

  

andré alves
o papel da fábrica

In Trabalho Capital no Centro de Arte Oliva, Portugal
Abril 2019
comissariada por Paulo Mendes

http://www.theandrealves.com/index.php?/works/o-papel-da-fabrica/

Friday, May 31, 2019

617.


performances de nuno da luz + joana da conceição + jonathan uliel saldanha
PONTO DE FUGA
curadoria de joão laia
1 junho, 22h 
galeria do torreão nascente da cordoaria nacional


Nuno da Luz
com Ressonância Assistida (2014-19)
Nuno da Luz (1984, Lisboa) mistura gravações de campo “com Ressonância Assistida” por percussão de metal e loops de feedback. Nas palavras da já falecida compositora norte-americana Maryanne Amacher: «Tom do lugar, experienciado, ouvido através da pele, detectado por sensibilidades sem nome, e impressão transportada pela pele, mesmo quando já não no lugar físico em si. Tom à nossa volta e connosco. “Não gosto do teu tom”, “gosto do teu tom”, “gosto do tom deste lugar”.»
Nuno da Luz, artista e publicador cujo trabalho circunscreve tanto o auditivo como o visual, na forma de eventos sonoros, instalações e materiais impressos (estes últimos distribuídos pelo colectivo editorial ATLAS  Projectos), tem vindo a desenvolver, a par com exposições individuais e colectivas, a série de performances a vivo com Ressonância Assistida, desde 2014, com passagens por Santander (2019), Lisboa, Madrid (ambas 2018), Ficarra, Paris (ambas 2015), Porto, Nova Iorque e Berlim (todas em 2014).

Joana da Conceição
Singular Dividido (2019)
Nesta leitura a artista lança perante o público três elementos: luz, música e pintura. Esta última, de título, Essência Fantasma, é o único elemento fixado e serve de imagem de fundo ao concerto. A luz percorre freneticamente a pintura na forma de figuras simples, enquanto a música, de composição aberta, percorre o espaço. Uma máquina inventada pela artista para explorar o que sendo singular está dividido.
Joana da Conceição (1981, Rebordões) vive e trabalha em Lisboa. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi distinguida com o Prémio Anteciparte Millenium BCP (2005) e juntamente com André Abel formam a Tropa Macaca, duo de composição electrónica contemporânea.
Das últimas apresentações do seu trabalho destacam-se: O Berço de Vénus, BOCA, Braga, 2019; Guia Interior, Serralves em Festa, Porto, 2018; TODA MATÉRIA [OUTfest, Barreiro | ZDB, Lisboa | Galeria Lehmann+Silva. Porto], 2018; Cores em Silêncio, Galeria Lehmann+Silva, Porto, 2018; Síntese Radiante, Cinema Passos Manuel, Porto, 2017; Corpo que Sabe, Galeria Carlos Carvalho, Lisboa, 2015.
A Tropa Macaca conta com as edições em disco: Caçador do Futuro, LP [ 2018, Dunno (PL)]; Vida LP [2016, TTT (UK)]; Praga de Urubu Só Pega em Cavalo Magro one sided 12’’ [2014, Wasser Bassin (PT)]; Ectoplasma EP [2012, Software (EUA)]; Sensação do Princípio LP [2009, Siltbreeze (EUA)]; Fiteiras Suadas LP [2008, Qbico (IT)]; Marfim LP [2007, Ruby Red (PT)].

Jonathan Uliel Saldanha 
HHY(2019)
A partir de uma mesa de mistura Jonathan Saldanha opera a sua cifra HHY, colidindo sons provenientes de zonas diferentes do seu trabalho onde sistemas de percussão, electrónica e voz se reorganizam em espectro e pressão.
Construtor sonoro e cénico, Jonathan Uliel Saldanha opera com o seu trabalho sistemas onde pré-linguagem, cristalização, animismo e eco se deslocam entre o som, luz, espaço e gesto.. Para além de VOCODER & CAMOUFLAGE, instalação apresentada nesta exposição, apresentou ainda em 2019 a peça SCOTOMA CINTILANTE, para coro de cegos e partitura-escultura (Universidade Católica do Porto, Teatro Nacional São Carlos Lisboa) na Bienal BoCa de 2019, e BROKEN FIELD ATLANTIS um concerto com partitura de luz (TMRivoli). Em 2018 apresentou a peça SØMA onde um grupo de adolescente surdos traduzem em gesto as filmagens de um tribunal animista, apresentado na Culturgest Lisboa e no TM Rivoli, Porto.
Membro fundador da plataforma de arte SOOPA, um laboratório visual, performativo e sonoro, com sede no Porto e ativo desde 1999. Cofundador da editora discográfica SILORUMOR. Em 2012, co-organizou o programa SONORES – som/espaço/sinal para a Capital Europeia da Cultura de Guimarães.
Deu concertos nos festivais Sónar, primavera Sound, Amplifest, Out.Fest, Milhões de Festa, Neopop, Elevate e em espaços como Ancienne Belgique em Bruxelas, Berghain Kantine em Berlim, Stubnitz em Hamburgo, Filmer la Musique em Paris e Issue Project Room em Nova Iorque. A sua música está editada na Ångström, Tzadik, Rotorelief, SiloRumor e Wordsound. Tem o filme/ensaio MÁQUINA DA SELVA / MUNDO DE CRISTAL editado pelo Museu de Serralves.

Wednesday, May 15, 2019

616.


lara boticário morais
modus vivendi  

17-18 maio 2019 | sexta-sábado | 21h
5€ | 3€ [desconto] | [dur: 40min] | M/16

Modus Vivendi é uma performance centrada em acções que formam uma narrativa absurda, realçando o aspecto repetitivo, ritual, do funcionamento da sociedade. Esse funcionamento, em constante tributo a uma ordem que se confunde com a gestão da aparência, sujeita-se por isso, também constantemente, à sua negação pela realidade. A doença grave, confinante, é uma dessas manifestações que põem em causa a natureza do tecido social e a nossa própria relação com a realidade. Modus Vivendi fala da vida e da morte num universo que banaliza uma e invisibiliza a outra.

ficha técnica e artística
concepção: Lara Boticário Morais
interpretação: Lara Boticário Morais, Filipa Brito, Maria Inês Brito
direção artística: Lara Boticário Morais e Filipa Brito
figurinos: Lara Boticário Morais e Filipa Brito
produção: Lara Boticário Morais

 + info: ruadasgaivotas6.pt/modus-vivendi

bilheteira
A bilheteira abre 30 minutos antes do início do espetáculo.
(+351) 912 191 940 (aos dias de semana, entre as 14h e as 20h, nos dias de espetáculo até ao início do mesmo) ruadasgaivotas@teatropraga.com

 

615.


carlos bunga
light inside 

MAAT, Lisboa
16 de maio, 19h

614.


rita gt
museum duty free

arco lisboa'19
solo projects | Stand P06
15.05: 18h / 6pm
15.05. Só Visitas Profissionais | Professional Preview only

http://www.ifema.es/arcolisboapr_01/arcolisboa2019/index.htm


613.


devido a excesso de trabalho não temos estado aqui | due to work overload we were away for a while

[imagem | image pedro diniz reis]

Saturday, August 4, 2018

612.



alice dos reis
anexo D 
22 de julho, 18-22h

“Os anexos devem ser identificados por uma letra do alfabeto em caixa alta e logo depois dela, separado por um hífen, deve vir o nome do documento”.


Alice dos Reis (Lisboa, 1995) vive e trabalha em Amesterdão. Em 2018, completou o mestrado em Belas Artes no Instituto Sandberg, em Amesterdão, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
O seu trabalho, maioritariamente em filme, tem sido mostrado em vários museus e plataformas culturais em Portugal e na Europa, entre os quais: MAAT (PT), Centro Cultural de Belém (PT), EYE Filmmuseum (NL), Spektrum - Art Technology Community (DE), Rua das Gaivotas6 (PT), no projecto Old School, Galeria Zé dos Bois (PT) e Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (PT). Em Julho de 2018, Alice apresenta "Pálpembrana" a sua primeira exposição individual na Galeria Boavista, parte das Galerias Municipais de Lisboa.

anexo, um projecto de Marta Espiridião e Ana Cristina Cachola
O anexo é um espaço temporário, programado para funcionar durante alguns meses, com exposições de duração limitada. Estas exposições são em si anexas a outras exposições institucionais ou galerísticas, funcionando como um acrescento, uma possibilidade de mostrar algo que não foi incluído na exposição primeira por qualquer razão, um trabalho antigo ou até uma nova obra. O anexo D será da responsabilidade de Alice dos Reis, cuja primeira exposição individual, “Pálpembrana”, inaugura a 16 de Julho na Galeria da Boavista, com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro.

O anexo surgiu duma conversa informal, de afectos e da orgânica conversacional entre duas pessoas com vários interesses comuns: da fenomenologia feminista a ter um espaço onde passar os Sábados à tarde quando chegasse o bom tempo. É o resultado entre a necessidade de programar e o comedimento com que se programa, surge da vontade de criar espaços onde se possam não só mostrar obras, mas onde se possa ver, conversar, dançar, festejar, conhecer, relacionar.

O anexo é no quintal do pequeno apartamento situado na Rua Actriz Virgínia nº15 r/c direito, na casa da Marta Espiridião.

611.



Diagonale/espace critique
Un combat culturel

Egídio Álvaro 

In Latitudes, nº 4
Paris, juillet 1998

“L’histoire de la Performance au Portugal, bien que toute récente, est très riche de renseignements. Les pouvoirs dont je parle, malgré les espoirs suscités par la révolution, ont tout fait pour étouffer cette forme d’expression qui mettait en cause les privilèges acquis, les certitudes, les petites clientèles, leur vision étroite et réductrice de la création artistique et de son importance dans la vitalisation de la culture”.


http://www.revues-plurielles.org/_uploads/pdf/17_4_7.pdf

Friday, June 22, 2018

610.

 dreams, dust and birds

 
Dreams, dust and birds | 2018 from West Coast on Vimeo.



3 performances que fizeram parte de uma exposição que fechou o primeiro ciclo de eventos em torno das aves e do risco de desaparecimento de algumas espécies. / 27 de Maio, 18h - 22h / Quinta do Ferro, Lisboa
Com a participação de: Álvaro Fonseca, David Janesko, Francisco Pinheiro, Karen Piper, Laura Marques, Marshall Elliott, Nuno Barroso, Paulo Morais.
http://www.west-coast.pt

Saturday, June 2, 2018

609.



demythologize that history and put it to rest
ângela ferreira
márcio carvalho


Palácio da Ajuda, Lisboa na Estátua D. Carlos I
2 de Junho, 2018, 16h

Demythologize That History and Put It to Rest desafia as memórias criadas por estátuas, monumentos, memoriais, nomes de ruas e outros sistemas mnemónicos eurocéntricos implementados nas cidades de Lisboa e Berlim.



SÚPLICA (homenagem a Noémia de Sousa), 2018
ÂNGELA FERREIRA, com leituras de Soraia Tavares

"Uma visita recente ao bairro da Mafalala em Maputo levou-me ao portão da casa onde viveu Noémia de Sousa (Maputo 1926) e desencadeou em mim um desejo de homenagear esta grande poetisa que ainda hoje é reconhecida como a mãe da poesia Moçambicana. Noémia de Sousa nasceu em Maputo a 20 de Setembro de 1926. Foi escritora, militante contra o regime colonial e jornalista. Foi uma das almas políticas e culturais do famoso Bairro da Mafalala. Amava a música de Billie Holliday e a canção ‘Let my people go’ de Paul Robeson. Apesar de profundamente afetada pelo sofrimento dos seus compatriotas Moçambicanos a sua poesia revela sempre a esperança da sua libertação. O seu único livro de poemas Sangue Negro foi publicado pela primeira vez em 2001 pela Associação de Escritores Moçambicanos. Morreu em Cascais a 4 de Dezembro de 2004. A estrutura de metal minimalista construída para servir de palco à leitura dos seus poemas aprisiona o pedestal da estátua de D. Carlos, fazendo com que possamos experimentar uma extensão do pedestal escultórico e permitindo que a voz e as palavras desta mulher Moçambicana - Noémia de Sousa - sejam ditas da mesma altura que a própria estátua, contrariando assim a presença da figura do símbolo do poder colonial." ÂF 





 


UM BAILOUT DE MEMÓRIAS
MÁRCIO CARVALHO
Audio: Cortesia de Elsa Peralta e Projecto “Narratives of loss, war and trauma: Portuguese cultural memory and the end of empire” (ref. IF/01530/2014)

"O espaço público é um arquivo público. Um arquivo que vive no presente, que foi ditado para que todos nós possamos experienciar, formar e avaliar o passado. Em Lisboa e Berlim estátuas, monumentos, nomes de ruas, palácios, jardins tropicais, etc. ostentam um passado cristalizado e dão-nos orientações presentes de como navegar na história hegemónica de seus impérios e como acreditar e perpetuar suas doutrinas. Se olharmos para estátuas como Otto Von Bismarck e Rei Dom Carlos I entendemos que a contextualização das mesmas é vaga e enaltece suas perspectivas de conquista de outros territórios e de seus feitos gloriosos, imperialistas. Diz-se que faz parte da história. Uma história mal contada, onde o Victor observa todos nós de cima - nós que vivemos nestas cidades, nós que as formamos, nós (ou grande parte de nós) que aparentamos ser invisíveis face às grandiosas narrativas. Mas nós também nos recordamos. Ao que parece a memória não é apenas uma actividade cerebral, nem tão pouco é um repositório fixo de informação. A memória como arquivo é uma metáfora, e como todas as metáforas, apesar de formarem a realidade não deixam de ser uma relação de semelhança, uma comparação abreviada, uma analogia. Este trabalho usa memórias autobiográficas de pessoas reais para recontextualizar a estátua de Dom Carlos I e sua ideologia do ultramar, usa a elasticidade particular do que chamamos “memória” para reconsolidar as grandiosas memórias imperiais e debater suas consequências no presente." MC


[imagem de Ângela Ferreira]

Apoio: Goethe Institut | prohelvetia | Senate Department for Culture and Europe, Berlin

Friday, June 1, 2018

608.


sabotagem
diogo bolota


2 de Junho, 17h:30
In ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE), curadoria da turma da Pós-graduação em Curadoria de Arte da Universidade Nova de Lisboa

Em 2015, no âmbito da programação d’A Expedição, Sabotagem foi apresentada no Porto, no espaço A Ilha dos Maus Hábitos, situado na garagem do Passos Manuel.
Três anos depois, a performance repete-se este sábado, 2 de Junho. Pela primeira vez em Lisboa, Sabotagem é apresentada na exposição coletiva ECO (DA IDEIA À OBRA DE ARTE), a convite dos alunos da Pós-graduação em Curadoria de Arte da Universidade Nova de Lisboa. A inauguração está marcada para as 16:00 e o momento da transformação para as 17:30.
Sabotagem de Diogo Bolota, com a participação de Carlos Gaspar, é uma escultura sem tempo, alvo de uma transformação que podia sempre regressar ao seu ponto inicial. A escultura poderia mesmo assumir uma outra configuração que não aquela em que é efetivamente transformada.
Trata-se de um jogo entre os actos de erguer e de desfazer – sempre com a intenção de voltar a construir e não de destruir –, cuja ligação entre os dois momentos está na dança da linha e do plano.

[imagem de bruno lopes]

GALERIA LIMINARE
03 JUNHO - 08 SETEMBRO 2018
Alameda das Linhas de Torres, 156
1750-149 Lisboa
+351 217 541 350


Thursday, May 24, 2018

607.

estivemos temporariamente offline, mas estamos de volta! | we were temporarily offline, but we are back!


Monday, February 19, 2018

606.

call for papers [pt | eng]:

colóquio internacional 
intimidade e performance
international colloquium 
performing intimacy

 http://ceh.ilch.uminho.pt/eventos_show.php?a=317


Universidade do Minho, Guimarães, 4 a 5 de outubro de 2018 | Minho University, Guimarães, Portugal, 4th and 5th of October 2018